A Taberna de portas abertas

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A Oficina de Contação de Histórias Taberna dos Bardos, inaugurada com uma alegre e descontraída ‘aula’ dada por Maria Eugenia Arruda, em 15 de setembro, no Centro Cultural da Light, onde funcionam temporariamente as oficinas de Leitura & Expressão da Biblioteca Pública do Estado do Rio de Janeiro, foi o pontapé inicial de uma série a ser desenvolvida pelo Instituto Ciclos do Brasil, que abrange o Projeto Livro de Rua.

Com a Taberna, o Instituto pretende estimular essa atividade tendo como meta formar e multiplicar contadores de histórias, importantes agentes na formação de leitores.

Eugenia empenhou-se em apresentar à atenta plateia os fundamentos da arte de contar histórias, seguindo uma detalhada Apostila elaborada por ela e baseada em sua vasta experiência e diversificada bibliografia. Além disso, foi uma tarde lúdica e todos foram convidados a interagir participando de uma brincadeira de inventar uma história em conjunto. O resultado foi instrutivo e prazeroso.

Como diz Eugenia,histórias existem para serem contadas, ouvidas, e para conservar aceso o enredo da humanidade. “Quem conta um conto com paixão, aumenta um ponto no coração.”

Por: Yolanda Stein

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Oficinas gratuitas de Leitura & Expressão

em Português, Francês e Espanhol

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O Núcleo de Oficinas e Eventos (NOE) da Biblioteca Pública Estadual, em funcionamento em caráter temporário no Centro Cultural da Light, e onde foi feita no dia 15 a inauguração da Taberna dos Bardos (promoção do Projeto livro de Rua/ver matéria neste Blog), oferece gratuitamente oficinas de Leitura & Expressão em Português, Francês e Espanhol, uma oficina Nipo-Brasileira, com o voluntário Tossi Kassae, integrante do Comitê Rio de Leitura; outra denominada Lendo e Debatendo Atualidades, com a professora Cristina Ganem; e Fazendo Teatro Contando Histórias, a cargo de Vicente Rocha, sempre as quartas e quintas-feiras, de 13 às 17 horas.

Neste mês de setembro, o NOE oferece programações especiais: Ler o Teatro, dias 9, 16, 23 e 30, de 14h às 17h, na biblioteca do Centro Cultural Light, com Manoel Herculano, poeta e autor de peças teatrais; oficina de Leitura e Expressão na Livraria Paulus (Rua México, 11), dias 14, 21 e 28, às 16h, e Leitura de Crônicas – encontro com o escritor Felisberto Leo, no dia 22, às 16h.

As oficinas são um espaço livre de expressão, oferecidas ao público. Nelas, qualquer pessoa pode exercitar a leitura solidária de obras literárias, sua interpretação e análise. E o que é melhor, sem pagar nada por isso. Elas incluem apresentação de vídeos, encontros com autores, lançamentos de livros, ações de promoção de leitura em espaços públicos, como praças e escolas, e a participação em eventos culturais da cidade.

Os frequentadores são leitores da Biblioteca, professores, poetas, guias de turismo, pesquisadores de literatura, estudantes dos níveis médio e superior, donas de casa e funcionários da Light. Os grupos têm, no máximo, 20 pessoas, possibilitando reflexões mais aprofundadas.

Os profissionais da palavra e professores da rede pública são agentes multiplicadores deste trabalho, coordenado por Stella Maris de Mendonça (smarismendonca@gmail.com / oficinaseventos@cultura.rj.gov.br).

Conheça as Oficinas de Leitura & Expressão. Todos podem participar deste projeto inovador.

Por: Yolanda Stein

VENHA PARA A TABERNA DOS BARDOS

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Você está convidado a entrar na Taberna dos Bardos, uma nova Oficina de Contação de Histórias, aberta a todos os interessados. Sua inauguração será na próxima quarta-feira, dia 15, às 13h, no Centro Cultural da Light (Rua Marechal Floriano, 168/Centro), onde funciona temporariamente o Núcleo de Oficinas e Eventos (NOE) da Biblioteca Pública do Estado do Rio de Janeiro, que está em obras.

A Taberna dos Bardos, a cargo de Maria Eugenia Arruda, é uma iniciativa do Instituto Ciclos do Brasil (Projeto Livro de Rua) e tem como meta formar e multiplicar contadores de histórias, importantes agentes na formação de leitores.

“Nosso objetivo é manter a chama da História viva, estimular o imaginário, levar graça e beleza para o povo”, explica Eugenia, ela própria uma encantadora de almas com seu estilo peculiar e sensível de transmitir ao público histórias, contos e fábulas que habitam o imaginário de crianças e adultos.

A Oficina de Introdução à Arte de Contar Histórias, batizada Taberna dos Bardos, em homenagem aos contadores de histórias do povo celta que exerciam sua arte nas tabernas, vai desenvolver os seguintes temas:

– As histórias através dos tempos

– Por que contar histórias

– O papel do contador de histórias

– Como contar histórias

– Tipos de histórias

– Contação de histórias

– Indicação de livros, filmes e sites

– Atividades interativas

Da Escola Normal à Contadora de Histórias

Formada pela Escola Normal, além de Geografia e Turismo, e bancária durante 30 anos, Maria Eugenia Arruda encontrou-se mesmo como Contadora de Histórias, caminho que continua a trilhar com sucesso. Fez variados cursos na área e difunde sua arte em diferentes projetos no Rio de Janeiro.

Entre os cursos estão: Laerte Vargas (Spaço), Francisco Gregório Filho (Paço Imperial), Biblioteca de Botafogo (O Contador de Histórias e Brincando com 1001 histórias), Bia Bedran (UERJ), Laços de Memórias (Jardim Botânico).

Participou também de Oficinas do Simpósio Internacional de Contadores de Histórias com: Boniface Ofogo (Camarões), Michel Hernandes (França), Carlinhos Ferreira / percurssão (MG), Zé Boca – Conta Brasil ((SP), Os Segredos dos Contadores de Histórias – Beatriz Montero (Espanha), Palavras e Ritmos: dos Saltimbancos Medievais aos narradores do sec.XXI – Alekos (Colômbia), Narrativa de Contos, Narrativas de vida – Cláudia Fonseca (Portugal), Oficina de Teatro – UERJ com Daniel Rolin, Poesia Falada – Casa Poema com Elisa Lucinda.

Eugenia participa dos seguintes projetos:

  • São Cosme e São Damião, do Comitê de Solidariedade e Cidadania dos Funcionários do Banco do Brasil.
  • Grupo Idade Plena – Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil.
  • Biblioteca de Botafogo.
  • Biblioteca Walter Nogueira – Cabo Frio.
  • Centro de Assistência e Amparo Paula (Crianças)
  • Grupo Agregando – Biblioteca de Botafogo
  • Projeto Livro de Rua – Viradão Cultural / Copacabana e Oficina Taberna dos Bardos (Centro Cultural da Light).

Por: Yolanda Stein

Audioteca para cegos pede socorro

A Audioteca Sal e Luz, instituição filantrópica com sede no Rio de Janeiro, que produz e empresta livros falados (audiolivros) destinados a cegos e deficientes visuais (inclusive  os com dificuldade de visão pela idade avançada) corre o risco de acabar por falta de divulgação. 

É paradoxal que um acervo com mais de 2.700 títulos, de literatura em geral a textos religiosos e até provas corrigidas voltadas para concursos públicos, seja tão pouco conhecido pelos interessados e pelo público em geral. Principalmente considerando-se que o Brasil foi pioneiro no Continente em matéria de assistência aos cegos. No Rio, foi criado o primeiro instituto voltado para deficientes visuais na América do Sul, o Benjamin Constant, em 1854.

Os empréstimos são gratuitos e as gravações feitas em fitas, CDs ou MP3. Para ter acesso ao acervo basta se associar na sede da instituição, situada à Rua Primeiro  de Março, 125 – Centro. Os deficientes visuais podem também solicitar o livro por telefone, depois de escolher o título de seu interesse pelo site. A remessa pelos Correios é gratuita para qualquer cidade brasileira.

Os livros são gravados com a ajuda de leitores voluntários, e atende a cerca de  2.mil deficientes, número ainda pequeno frente às possibilidades do empreendimento iniciado há 24 anos. Marcos Bittencurt, coordenador do curso de capacitação de ledores da Audioteca, considera a qualidade da gravação um fator secundário: “Ainda hoje, a qualidade não é o mais importante. O interessante é que o deficiente tenha o material para estudar, ler e se apoiar”.

Induzir o ouvinte a interpretar o texto de acordo com as intenções do narrador é uma das críticas aos audiolivros. Bittencurt defende a moderação da inflexão durante a leitura para que o ouvinte não seja sugestionado. “Nem pode ser uma leitura monocórdia, rígida, nem pode ser dramatizada. O ledor tem que entender o espírito do autor e ser uma ponte o mais transparente possível”, explica.

A coordenação da Audioteca Sal e Luz faz um apelo pela divulgação do trabalho e alerta que se resultados não forem alcançados a perda será grande para os deficientes visuais. 

 Audioteca Sal e Luz

Endereço: Rua Primeiro de Março, 125/ 7º andar – Centro – Rio de Janeiro – RJ Tel: (21) 2233-8007

Site: www.audioteca.com.br

Por: Yolanda Stein

Crepúsculo e Harry Potter nas salas de aula

Alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental das escolas públicas ganharão novo incentivo para degustar a leitura a partir de 2011. Ao lado de clássicos de Machado de Assis, José de Alencar, Aluísio Azevedo, como Memórias Póstumas de Brás Cubas, Senhora e O Cortiço terão acesso à moderna literatura com obras que tanto causam fascínio nos adolescentes de hoje, como Crepúsculo e Harry Potter.

Para acompanhar o novo padrão de leitura dos alunos, o Ministério da Educação montou uma lista diversificada das novas obras que serão enviadas às escolas públicas. Nela aparecem títulos como Para Sempre da escritora americana Allyson Noel, Percy Jackson e O Ladrão de Raios, já filmado. O objetivo é despertar nos alunos o gosto pela leitura. Criado o hábito de ler, os clássicos da literatura tendem a ser recebidos com maior interesse.

De acordo com o MEC, as escolas receberão os livros independentemente do número de alunos matriculados. As com menor número de estudantes receberão um acervo com 50 títulos e as maiores, três acervos com 150 títulos.

Serão contemplados alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental (quase 50 mil escolas) e do ensino médio (cerca de 18 mil escolas). Ao todo, serão distribuídos 7 milhões de livros.

De acordo com o Ministério da Educação, o programa deve contribuir também para a formação dos acervos das bibliotecas escolares. A seleção das obras foi realizada pelo Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Por: Yolanda Stein

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