De morador de rua a ‘biciclotecário’

            A história é conhecida. Era uma vez um nordestino que foi para São Paulo sonhando com uma vida melhor. Não conseguiu trabalho e virou morador de rua. Até aí, nada de novo num país ainda com tantos problemas sociais a serem enfrentados.

            O que distingue a história de Robinson Mendonça é que ele não se conformou em ser mais um. Sempre gostou de ler jornais e livros de sebo. Conseguiu cursar Direito, criou uma associação de moradores de rua e passou a defender seus direitos.

            E tem mais: ele criou uma bicicloteca, um triciclo com um baú atrás, que pode carregar até 150 quilos de livros. Ex-moradores de rua estão sendo treinados para dirigir os triciclos. Até o fim do ano haverá 10 biciclotecas circulando por São Paulo, graças ao apoio da Secretaria de Meio Ambiente e o Instituto Green Mobility.

Assim como o Livro de Rua, a idéia é levar livros a comunidades sem acesso a bibliotecas, com o intuito de formar leitores e fazer com que os novos leitores passem seus livros para outras pessoas.

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